Música, leitura e cinema.

by - novembro 18, 2012

Oi?! Vamos falar de coisa boa, vamos falar de música, leitura e cinema? Tá, tentei ser engraçado mas não consegui. Outras vez eu falo sobre coisas engraçadas. Porque hoje eu quero falar sobre coisas que eu gosto.
Vamos aos trabalhos. (Parece coisa de macumba, kkkk. Nada contra nenhuma religião).
IDENTIDADE,  um dos meus CD's favoritos da dupla (Sandy & Junior). É um álbum bastante importante pra eles também, mostra a maturidade musical e pessoal daquele momento. Outra coisa que eu adoro nesse CD é o encarte. Posso mudar as fotos como eu quiser, a capa fica do meu jeito. (E vem com dois adesivos das impressões digitais da dupla, quase não dá pra saber que quem é cada uma.). Foi um disco que vendeu bem na minha humilde opinião de fã.


Com uma das minhas músicas favoritas eles fizeram um videoclipe super engraçado. Que eu particularmente tenho como favorito da carreira desses dois.
Enfim, o CD é bom. As músicas são ótimas. A dupla é maravilhosa. E eu recomendo.
Como eu já havia falado antes (AQUI), sou apaixonado por cinema. Meus amigos é que sabem disso, tenho uma locadora particular em casa. KKK. Esse filme (ENSAIO SOBRE A CEGUEIRA), foi baseado no livro homônimo do autor José Saramago, que ganhou diversos prêmios entre outras coisas. Teve como cenário de produção do filme, diversos lugares no mundo, entre eles, São Paulo. Me orgulho muito disso. Tem como enredo uma epidemia de cegueira que prolifera-se numa cidade moderna provocando um colapso na sociedade. Tudo vira uma bagunça. E com cenas bastante fortes e um elenco maravilhoso (Julliane Moore, Mark Ruffalo, Gael Garcia Bernal, Alice Braga, entre outros), a trama fixa o espectador até o fim. O diretor também é brasileiro (Fernando Meirelles).
Voyage au centre de la terre ou viagem ao centro da terra. É um livro bastante recomendado. E bastante intrigante também. É narrado por Axel, o sobrinho do geólogo que o leva nessa aventura que é o centro da terra. Como toda ficção cientifica, ele aborda assuntos bastantes atuais. Apesar de ser um livro de 1864, o autor (Júlio Verne), soube conduzir a narrativa como todo bom escritor da época. Algumas passagens do livro são bem cansativas e as vezes chega a ser entediante, mas todo bom livro tem sua parte podre. Fora essas controvérsias, é um livro que eu recomendaria sem pestanejar para meus amigos leitores. É uma leitura bem madura. Faz o leitor ter um crescimento intelectual de nível mediano.
Agora chega de tanto blá blá blá e vamos fazer alguma coisa dessa vida né? Pega uma dessas minhas dicas ai e experimenta, talvez você aprove e fique com sede de conhecimento. 

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